(Felipe Augusto)
quinta-feira, setembro 29, 2011
[...]Posso te pedir um pouco de paciência?
Posso te pedir um pouco de paciência? Paciência com as minhas manias, com meus medos, com meus sonhos COM NOSSOS SONHOS, com esse meu jeito que eu sei que é cheio de falhas diante dos teus olhos, mas é o único jeito que eu sei ser. Promete não ir embora por qualquer besteira minha? Entenda que você é a unica, que você me tem de um jeito que ninguém jamais teve e que pertencer a alguém dessa maneira é tão novo pra mim quanto é para você! Entenda que eu te amo e por favor não desista de mim.
(Felipe Augusto)
(Felipe Augusto)
quarta-feira, setembro 28, 2011
Por onde Andei - Nando Reis e os Infernais
Desculpe
Estou um pouco atrasado
Mas espero que ainda dê tempo
De dizer que andei
Errado e eu entendo
As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias
Até pra uma criança
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias
Até pra uma criança
Por onde andei?
Enquanto você me procurava
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava
Enquanto você me procurava
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava
Amor eu sinto a sua falta
E a falta, é a morte da esperança
Como um dia que roubaram o seu carro
Deixou uma lembrança
E a falta, é a morte da esperança
Como um dia que roubaram o seu carro
Deixou uma lembrança
Que a vida é mesmo
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama
Por onde andei?
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei?
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei?
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me falta
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei?
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei?
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me falta
Amor eu sinto a sua falta
E a falta, é a morte da esperança
Como um dia que roubaram o seu carro
Deixou uma lembrança
E a falta, é a morte da esperança
Como um dia que roubaram o seu carro
Deixou uma lembrança
Que a vida é mesmo
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama
Por onde andei?
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei?
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei?
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me falta
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei?
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei?
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me falta
Por onde andei?
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei?
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei?
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei?
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei?
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava
terça-feira, setembro 27, 2011
[...]surgir trazendo consigo certezas
E as pessoas que te oprimem, pessoas indecisas e que não confiam em você, todas elas são como tempestades. Elas aparecem estragando o seu lindo dia todo planejado. ha sim... elas vem e vão embora assim sem pedir, mas deixam um pouco delas em você. Sim! Como a chuva que passou e deixou poças na porta da sua casa, poças que por sinal você pula para não molhar os sapatos. Entende? O que eu quero dizer é que pessoas que nublam o seu dia e escondem o seu sol elas estão ai só para testar você, para saber se você aguenta a chuva, se você enfrentará ela e se você sairá dela molhado e não se importara com isso. E consequentemente você vai dar mais valor quando seu sol finalmente surgir trazendo consigo certezas, confiança e a resistência para novas tempestades. É exatamente por esses três itens que estou esperando.
(Felipe Augusto)
(Felipe Augusto)
sexta-feira, setembro 16, 2011
[...]por duvidas de terceiros
E de repente você chora deitado no escuro do seu quarto, ouvindo aquela musica e tudo por causa da pressão que estão te impondo, desas duvidas que surgem por duvidas de terceiros, dessa dor... Ha sim essa dor!
(Felipe Augusto)
(Felipe Augusto)
quinta-feira, setembro 08, 2011
Carvão-Ana Carolina
Carvão-Ana Carolina
Surgiu como um clarão
Um raio me cortando a escuridão
E veio me puxando pela mão
Por onde não imaginei seguir
Me fez sentir tão bem, como ninguém
E eu fui me enganando sem sentir
E fui abrindo portas sem sair
Sonhando às cegas, sem dormir
Não sei quem é você
O amor em seu carvão
Foi me queimando em brasa num colchão
E me partiu em tantas pelo chão
Me colocou diante de um leão
O amor me consumiu, depois sumiu
E eu até perguntei, mas ninguém viu
E fui fechando o rosto sem sentir
E mesmo atenta, sem me distrair
Não sei quem é você
No espelho da ilusão
Se retocou pra outra traição
Tentou abrir as flores do perdão
Mas bati minha raiva no portão
E não mais me procure sem razão
Me deixa aqui e solta a minha mão
Eu fui fechando o tempo, sem chover
Fui fechando os meus olhos, pra esquecer
Quem é você?
Quem é você?
Quem é você?
Você...
Carvão-Ana Carolina
Surgiu como um clarão
Um raio me cortando a escuridão
E veio me puxando pela mão
Por onde não imaginei seguir
Me fez sentir tão bem, como ninguém
E eu fui me enganando sem sentir
E fui abrindo portas sem sair
Sonhando às cegas, sem dormir
Não sei quem é você
O amor em seu carvão
Foi me queimando em brasa num colchão
E me partiu em tantas pelo chão
Me colocou diante de um leão
O amor me consumiu, depois sumiu
E eu até perguntei, mas ninguém viu
E fui fechando o rosto sem sentir
E mesmo atenta, sem me distrair
Não sei quem é você
No espelho da ilusão
Se retocou pra outra traição
Tentou abrir as flores do perdão
Mas bati minha raiva no portão
E não mais me procure sem razão
Me deixa aqui e solta a minha mão
Eu fui fechando o tempo, sem chover
Fui fechando os meus olhos, pra esquecer
Quem é você?
Quem é você?
Quem é você?
Você...
domingo, setembro 04, 2011
quinta-feira, setembro 01, 2011
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